Manchete was a Brazilian weekly news magazine published from 1952 to 2000 by Bloch Editores.
Manchete foi uma revista brasileira publicada semanalmente de 1952 a 2000 pela Bloch Editores.


Founded by Adolpho Bloch, posteriorly, the magazine's name also was given to the defunct television network Rede Manchete.[1]
Criada por Adolpho Bloch, posteriormente, o nome da revista foi dado à emissora de televisão, a extinta Rede Manchete. Segundo a Executive Intelligence Review (EIR), de 25 de agosto de 1981, a Revista Manchete era sionista.[1]

Manchete was considered one of the main magazines on its time, second only to O Cruzeiro.
A Manchete surgiu em abril de 1952, sendo considerada a segunda maior revista brasileira de sua época, atrás apenas da revista O Cruzeiro.

The magazine was inspired by publications such as Paris Match, relying on photojournalism.
Empregando uma concepção moderna, a revista tinha como fonte de inspiração a ilustrada parisiense Paris Match e utilizava, como principal forma de linguagem, o fotojornalismo.

Among the writers who collaborated for Manchete were Carlos Drummond de Andrade, Rubem Braga, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino,David Nasser e Nelson Rodrigues.
Em seu auge, a equipe de jornalistas e colaboradores tinha nomes como Carlos Drummond de Andrade, Rubem Braga, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino,David Nasser e Nelson Rodrigues, entre outros.

French photographer Jean Manzon was responsible by the magazine's main pictures.[3]
O fotógrafo e cinegrafista francês Jean Manzon era o responsável pelas principais imagens da revista.[3]

In 2000, with the bankrupcy of Bloch Editores,[5] the magazine ceased to be published, only to be relaunched sporadically, by other publishers.
A Manchete atingiu rápido sucesso e em poucas semanas chegou a ser a revista semanal de circulação nacional mais vendida do país[4], destituindo a renomada e, até então, hegemônica O Cruzeiro. Em 2000, com a falência de Bloch Editores,[5] a revista deixou de circular, sendo depois relançada com outros donos, de maneira esporádica.

Cláudio Barcellos de Barcellos, known as Caco Barcellos, (born 5 March 1950) is a Brazilian journalist, television reporter and writer, specialized in investigative stories and documentaries anout social injustice and violence.[1]
Cláudio Barcellos de Barcellos, mais conhecido como Caco Barcellos, (Porto Alegre, 5 de março de 1950) é um jornalista, repórter de televisão e escritor brasileiro, que se especializou em jornalismo investigativo, investigações, documentários e grandes reportagens sobre injustica social e violência.[1]

Barcelos was born in Porto Alegre, in the Vila São José do Murialdo neighborhood.
Nasceu na periferia de Porto Alegre, na Vila São José do Murialdo, onde foi taxista e mais uma porção de coisas antes de se tornar repórter.

He worked as a taxi driver before becoming a journalist.
Começou no jornalismo como repórter do jornal Folha da Manhã, do grupo gaúcho Caldas Júnior.

Barcellos started as a reporter for the newspaper Folha da Manhã, having also written for magazines Verus, Istoé and Veja, before moving to TV Globo, where he currently works.
Teve atuação destacada nos veículos da imprensa alternativa dos anos 1970. Foi um dos criadores da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre e da antiga revista Versus, que apresentava grandes reportagens sobre a América Latina.

User:DanielGSouza/Caco Barcellos
Caco Barcellos

Manuel António de Sousa (Goa, Mapuçá, 10 de Novembro de 1835 — Moçambique, 20 de Janeiro de 1892), also known as Gouveia, was a Portuguese businessman and military man, captain-general of Manica and Quiteve..[1]
Manuel António de Sousa (Goa, Mapuçá, 10 de Novembro de 1835 — Moçambique, 20 de Janeiro de 1892), também conhecido por Gouveia, foi um negociante e militar português, capitão-mor de Manica e Quiteve.[1]

[1]
Em 1863, e graças aos grandes serviços prestados, sucedeu a Isidoro Correia Pereira na comissão de capitão-mor de Manica e Quiteve.[1]

[1]
Durante a sua ausência em Sena, para receber a comissão, a sua posição na Gorongosa foi tomada por Umzila, vencedor do trono de Gaza, e só a custo conseguiu recuperar os seus territórios.[1]

[1]
Cerca de 1874 foi reconhecido como senhor de Manica, e casou com a filha do rei do Barué, de quem teve um filho, que posteriormente fez reconhecer como rei daquela região.[1]

[1]
Manuel António de Sousa tornou-se amigo próximo do capitão de artilharia, Joaquim Carlos Paiva de Andrada, que foi um dos mentores da Companhia de Moçambique, e, numa incursão de apoio ao chefe Mutassa, em terras disputadas pela Rhode's British South African Company, foram feitos prisioneiros pela polícia daquela companhia, o que resultou num conflito diplomático entre Portugal e o Império Britânico. Acabaram por ser soltos, graças à intervenção do governo português.[4]

[2]
Gouveia morreu em combate, ao tentar recuperar o controlo do Barué.[1][2]

[1].
No dia 28 de Novembro de 1960 foi inaugurada na entrada de Mapuçá uma estátua (obra do escultor Martins Correia) de Manuel António de Sousa, na comemoração dos 125 anos do seu nascimento.[1].

[1]
Esta estátua terá sido destruída no dia 15 de Dezembro de 1961 durante os bombardeamentos que levaram à integração de Goa na União Indiana.[5]

Referências
Peoples' spaces and state spaces: land and governance in Mozambique. Lanham: Lexington Books, 2003. pp. 54-55. ISBN 0739106325 1 2 3 4 RASMUSSEN, R. Kent e LIPSCHULTZ, Mark.

[1]
Estabeleceu-se como negociante na região do Sena. Rapidamente fez fortuna com o comércio de marfim e foi ganhando poder na região, e os seus caçadores de elefantes, armados, formaram o núcleo da sua milícia pessoal. Ganhou reputação tanto pela sua lealdade ao governador-geral, e ao reino de Portugal, como pela forma implacável com ia aumentando o seu império pessoal, combatendo os régulos e reis indígenas.[2]

[1]
Em 1856 aproveitou a guerra de sucessão do reino de Gaza para se instalar nas montanhas de Gorongosa, onde estabeleceu a base de um sistema de aringas que, conjuntamente com o seu exército privado, usava para a defesa dos seus interesses.[1]

[1]
Por diversas vezes as forças de Gouveia auxiliaram as forças oficiais portuguesas em combates, em particular nas campanhas contra o Bonga.[3]

Abraham Shipman ( - Angediva, April 6, 1664) and was appointed governor general of Bombay at the time of transfer of that city by Portugal as the wedding dowry of English princess Catherine of Braganza with King Charles II of England, under the Treaty of 23 July 1661.
Abraham Shipman (? — Angediva, 6 de Abril de 1664) foi nomeado governador e general de Bombaim aquando da cedência por Portugal daquela cidade aos ingleses como dote de casamento da princesa Catarina de Bragança com o rei Carlos II da Inglaterra, nos termos do Tratado de 23 de Julho de 1661.

Appointed in 1662, he did not take possession of the town due to the refusal of the Portuguese viceroy in India to accept the credentials presented.
Nomeado em 1662, não chegou a tomar posse da cidade, face à recusa do vice-rei português na Índia em aceitar as credenciais apresentadas.

He retired to the island of Angediva, off the coast of Goa, where he died in 1664, and was buried there.
Recolheu-se à ilha de Angediva, onde faleceu em 1664, sendo ali enterrado.

In 1640 Abraham Shipman was a captain in the infantry regiment of Sir Nicholas Byron, where his brother John was an Ensign.
Em 1640 Abraham Shipman era capitão no regimento de infantaria de Sir Nicholas Byron, onde o seu irmão John era alferes.

He had been elevated to Knight, with the right to the title of Sir, by Charles I of England.
Terá sido elevado a cavaleiro, com direito ao título de Sir, por Carlos I de Inglaterra.

During the Restoration, Charles II asked the gunsmith place in the Tower of London, claiming the services provided.
Aquando da Restauração, pediu a Carlos II o lugar de armeiro na Torre de Londres, alegando os serviços prestados.

The January 26, 1661 received mercy as rights over a lighthouse at Dungeness, Kent.
A 26 de Janeiro de 1661 recebeu como mercê direitos sobre um farol em Dungeness, Kent.

He did testament to March 24, 1661, claiming leave for a trip to the East Indies, naming as beneficiary his son William Shipman, with the obligation to pay 500 pounds to his daughter Elisabeth Shipman.
Fez testamento a 24 de Março de 1661, alegando que partiria para uma viagem às Índias Orientais, nomeando como beneficiário o seu filho William Shipman, com a obrigação de pagar 500 libras à sua filha Elisabeth Shipman.

The appointment of Sir Abraham Shipman as Bombay governor took effect March 19, 1662, in the port of Lisbon after ratification of the Treaty, which which provided for the delivery of that square to the British with all their rights, income, territories and any belongings, ensuring the Portuguese the aid of those before the strong presence of Dutch overseas territories and the Hispanic monarchy in Portuguese territory, a great need to frame the Portuguese crown at the threat of those two great European powers.
A nomeação de Sir Abraham Shipman como governador de Bombaim teve efeitos a 19 de Março de 1662, no porto de Lisboa, após a ratificação do Tratado, o qual o qual previa a entrega daquela praça aos Britânicos com todos os seus direitos, proveitos, territórios e quaisquer pertenças, garantindo os portugueses o auxílio daqueles perante a forte presença das neerlandeses nos territórios ultramarinos e da monarquia hispânica no território português, num quadro de grande necessidade da Coroa portuguesa perante a ameaça daqueles dois grandes poderes europeus.[1]

A fleet of five ships left for India the following day, March 20, commanded by James Ley, 3rd Earl of Marlborough, that it followed as admiral.
A esquadra de cinco navios partiu para a Índia no dia imediato, 20 de Março, comandada por James Ley, 3.º conde de Marlborough (3.º Earl of Marlborough) que nela seguia como almirante.

She was carrying, in addition to the governor, a force of 500 men, organized into four companies, which should land in Mumbai and form the first British garrison of that square. It also followed António de Melo e Castro, appointed new Viceroy of Portuguese India, with the mandate to make the delivery of the square.
Levava a bordo, para além do governador, uma força de 500 homens, organizada em quatro companhias, que deveria desembarcar em Bombaim e formar a primeira guarnição britânica daquela praça.[2] Nela seguia também António de Melo e Castro, nomeado novo vice-rei português da Índia, com o encargo de fazer a entrega da praça.[3]

During the long trip were major disagreements between the Portuguese viceroy and the British, which called into question the success of the mission.
Durante a longa viagem foram grandes os desentendimentos entre o vice-rei português e os britânicos, o que pôs em causa o sucesso da missão.

Still, the trip was fast by the standards of the time, and the first ships arrived in Mumbai on 18 September and the other in October that year 1662.
Ainda assim, a viagem foi rápida para os padrões da época, e os primeiros navios chegaram a Bombaim a 18 de Setembro e os restantes em Outubro daquele ano de 1662.[2]

Upon arrival Marlborough presented its letters patent, requesting the delivery of Mumbai and the entire island of Salsete, which the governor refused, claiming that the Treaty does not provide for the delivery of Bombay.
À chegada Marlborough apresentou a sua carta-patente, solicitando a entrega de Bombaim e de toda a ilha de Salsete, o que o governador recusou, alegando que o Tratado previa apenas a entrega de Bombaim.

Still, alleging irregularities in the submitted patent also refused to surrender the city.
Ainda assim, alegando irregularidade na patente apresentada, também recusou entregar a cidade.[4]

Marlborough and Shipman then appealed to the Viceroy Antonio de Melo eand Castro, but this declined to intervene, which amounted to a rejection of Bombay delivery.
Mrlborough e Shipman recorreram então ao vice-rei António de Melo e Castro, mas este declinou intervir, o que equivaleu a uma recusa da entrega de Bombaim.

However, the arrival of monsoon forced British ships carrying troops to seek shelter on the island of Angediva where Sir Abraham Shipman arrived and installed his headquarters while awaiting orders from London, where Marlborough and most ships returned .
Entretanto, a chegada da monção obrigou as naus britânicas que transportavam as tropas a procurarem abrigo na ilha de Angediva, onde Sir Abraham Shipman desembarcou e instalou o seu quartel-general, enquanto aguardava ordens de Londres, para onde Marlborough e a maioria dos navios regressaram.

As the orders was delayed in coming, and the impasse remained, the general and many officers and soldiers eventually die due to harsh climate and poor housing conditions.
Como as ordens tardavam em chegar, e o impasse se mantivesse, o general e muitos oficiais e soldados acabaram por morrer devido à dureza do clima e às más condições de alojamento.

Shipman died on the island April 6, 1664 and is buried there.
Shipman faleceu na ilha a 6 de Abril de 1664, sendo ali enterrado.[2]

The delay in handing over Bombay was due to António Melo e Castro, who since his arrival in Bombay had raised several obstacles in order to retain the island in the Portuguese possession.
O atraso na entrega, da responsabilidade de António de Melo e Castro, que desde a chegada a Bombaim levantara vários obstáculos com o intuito de preservar a ilha na posse portuguesa.

In addition to formal claim of inaccuracies in the letters patent and attorney, Abraham Shipman, the actions of Melo e Castro were based on the perception he carried during his trip from Lisbon to India that made him believe in a lack of good faith on the side British. He perceived that they would not provide the promised aid to the Portuguese, which would be reflected in the weak military presence by way of the armed forces sent.
Para além de alegar incorrecções formais na carta-patente e na procuração de Abraham Shipman, a acção de Melo e Castro assentava na percepção com que tinha ficado durante a viagem de Lisboa até à Índia que o fazia acreditar na falta de boa-fé do lado britânico, acreditando que não iriam fornecer o prometido auxílio aos portugueses, o que seria patente na fraca presença militar na armada enviada.[2]

Another concern was with their perception of the strategic importance of Salsete Island to Portuguese interests, with a port that was almost better off than Lisbon and an important location in the event of attack on Goa. Besides, the unconditional surrender would raise a threat to the Portuguese presence in the region.
Outra preocupação prendia-se com a sua percepção da importância estratégica da ilha de Salsete para os interesses portugueses, com um porto com condições quase melhores que Lisboa e uma localização importante em caso de ataque a Goa, acrescendo que com a entrega incondicional ficava ameaçada a presença portuguesa na região. Durante o impasse gerado pela hesitação do vice-rei chegou a notícia da perda de Cochim e de Cananor para os neerlandeses e foi conhecida a resposta do monarca português, que, reconhecendo o valor estratégico da ilha, reafirmava que este não justificava o rompimento com os britânicos, factos que forçaram a já inevitável cedência da ilha.

The British only left the Angediva Island in 1665, when the Portuguese viceroy finally accepted the royal order to hand-over the city.
Os ingleses apenas saíram da ilha de Angediva em 1665, quando finalmente o vice-rei português aceitou a ordem real para proceder à entrega da cidade.

At that time, of the initial force only 191 men survived on the island along with 391 British graves. Only in February 1665 the transfer of Bombay was signed between the successor of the late British governor, Humphrey Cooke, and the Portuguese viceroy, Antonio de Melo e Castro.
Nessa altura, da força inicial restavam 191 homens, ficando na ilha 391 sepulturas de britânicos.[5] Só em Fevereiro de 1665 foi celebrado o auto de entrega acordado entre o sucessor do falecido governador britânico, Humphrey Cooke, e o vice-rei português, António de Melo e Castro.[6]

Although Sir Abraham Shipman is often identified as having been the first governor of the British Raj, in reality his government was restricted to the small island of Angediva.
Apesar de Sir Abraham Shipman ser frequentemente apontado como tendo sido o primeiro governador do Raj Britânico, na realidade o seu governo esteve restrito à pequena ilha de Angediva.

Maria Laura Mouzinho Leite Lopes (Timbaúba, October 18, 1917 - Rio de Janeiro, June 20, 2013) was a Brazilian mathematician, the first doctor in Brazilian mathematics, specialized in Mathematics Education.
Maria Laura Mouzinho Leite Lopes (Timbaúba, 18 de outubro de 1917 — Rio de Janeiro, 20 de junho de 2013) foi uma matemática brasileira, a primeira doutora em matemática brasileira, especializada em Educação Matemática.[2][3]