[Son los mismos textos de créditos que en la primera parte, "Sigfrido".
Apesar de se manter regularmente em circulação,


Para más detalles véase allí.]
OS NIBELUNGOS nunca foi apresentado... em nenhuma versão alemã completa quer seja por não restar nenhuma cópia de exibição completa, ou cópia directamente extraída do negativo da câmara.

Los Nibelungos
OS NIBELUNGOS

Dirección:
Realizador:

Fritz Lang.
Fritz Lang

Guión:
Argumento:

Thea von Harbou.
Thea von Harbou

Fotografía:
Cinematografia:

Carl Hoffmann - Günther Rittau.
Carl Hoffmann e Günther Rittau

Diseño y decorados:
Cenografia e Construção:

Otto Hunte.
Otto Hunte

Reparto
Elenco: Kriemhild: Margarete Schön

El guión de Thea von Harbou para la película "Los Nibelungos", con 24 cuadros, está publicado por Drei Masken Verlag, Munich.
O argumento por: Thea von Harbou, para o filme "Os Nibelungos". Com 24 imagens de produção, foi publicado pela Drei Masken Verlag, Munique.

Los Nibelungos
Os Nibelungos

Dedicada al pueblo alemán.
Ao povo alemão!

La venganza de Krimilda.
A vingança de Kriemhild

Canto I
Canto I:

De cómo Krimilda guardaba luto por Sigfrido y de cómo el rey Atila pidió su mano por medio de Rüdiger von Bechlarn.
De como Kriemhild chorou a morte de Siegfried, e de como o rei Atila, solicitou sua mão... por intermédio de Rüdiger von Bechlarn.

- Rey Gunther, el margrave Rüdiger von Bechalrn solicita audiencia.
Rei Gunther, o Margrave Rüdiger von Bechlarn deseja falar-lhe.

- - Vengo como emisario del rey Atila, al que llaman Señor de la Tierra,
Venho como emissário do rei Atila, aquele que chamam de senhor da Terra...

a solicitar la mano de tu hermana Krimilda.
Ele solicita a mão de sua irmã Kriemhild.

- - Me temo que el rey Atila no sabe de quién solicita la mano.
Temo que o rei Atila não saiba de quem solicita a mão.

-- ¡En nombre de Sigfrido, que fue asesinado y cuyo asesino aún vive!
Em nome de Siegfried, que foi assassinado e cujo assassino vive!

¡Acordaos de cómo murió Sigfrido!
Lembrai-os de como morreu Siegfried!

- - El rey Atila me envía, reina, para pedir vuestra mano para él!
Rainha, o soberano Atila envia-me para lhe pedir sua mão!

-- ¡Parece que sabéis muy bien, Rüdiger, que en casa de mis parientes estoy a merced de cualquier injuria!
Rüdiger, parece que sabeis muito bem que... estou à mercê... de qualquer injúria... na casa de meus parentes!

! Hermano!
Irmão!

¿Dónde está tu hermano Sigfrido?
Onde está seu irmão Siegfried?

¡Entrégame al asesino de mi esposo, rey!
Dai-me o assassino de meu marido, rei!

- - Él me mantuvo su lealtad;
Ele mantém a sua lealdade.

yo le mantendré la mía.
Eu mantenho a minha.

¡Ésta, Krimilda, es mi última palabra!
Esta, Kriemhild, é a minha última palavra!

- - Margrave Rüdiger, mi señora Krimilda desea hablar con vos después del toque a vísperas.
Margrave Rüdiger, a senhora Kriemhild... quer falar convosco depois do toque da Ave-Maria.

- Ahora, Gerenot, es el momento de vigilar de cerca a Burgundia.
Agora, Gernot, é tempo de velar por Burgundia!

- - Habladme del rey Atila, Rüdiger.
Falai-me do senhor Atila, Rüdiger.

¡Pedís la mano de una muerta, Rüdiger!
Pedis a mão de uma morta, Rüdiger.

Quien asesinó a mi esposo se vanagloria con la espada de verde fulgor que le robó al difunto.
Aquele que matou meu marido... vangloria-se com a espada verde fulgor que roubou do morto.

- - Si en la corte de Atila alguien os ofendiera, señora, ¡mi señor Atila sabría vengaros!
Se na corte de Atila alguém vos ofendesse, o senhor Atila saberia vingar-vos!

- - Margrave, jurádmelo en el nombre del rey Atila y en el vuestro. jurádmelo en nombre del rey Atila y en el vuestro!
Senhor Margrave, jurai-me em vosso nome e em nome do rei!

¡Por la cruz no, margrave!
Não pela Cruz, senhor Margrave!

¡Por la hoja de vuestra espada!
Pela bainha de sua espada!

-- ¡Señora!
Senhora!

¡Hagen ha robado el tesoro!
O senhor Hagen roubou o tesouro!

-- ¡Tenéis mi palabra, margrave Rüdiger!
Tem a minha palavra, senhor Margrave Rüdiger!

Hagen Tronje, ¿dónde está el tesoro?
Hagen Tronje, onde está o tesouro?

Y el fiel Hagen habla: "En un lugar, señora, donde nadie pueda usar ese oro para forjar armas...
E o fiel Hagen falou: Lá, senhora, onde ninguém pode usar o ouro para forjar armas contra os reis de Burgundia!

Así termina el Canto I.
Assim termina o canto I

Canto II
Canto II

De cómo Krimilda se despidió de su patria, y de cómo fue recibida por el rey Atila.
De como Kriemhild se despediu de sua pátria, e de como foi recebida pelo senhor Atila.

-- ¡Tierra, has bebido la sangre de Sigfrido!
Bebeste o sangue de Siegfried. Ó terra!